quarta-feira, 21 de setembro de 2016

MINHA HISTÓRIA COM A DERMATITE ATÓPICA

Quando comecei a me interessar pelo tema da alimentação e a relação dela com a minha saúde realmente acreditei que iria encontrar uma fórmula tanto para curar a minha dermatite atópica quanto a de qualquer um que tivesse essa doença. Ingenuidade minha, claro! Porém, o que encontrei foi bem melhor. Não foi uma fórmula perfeita e sim uma jornada que me levou a começar a curar meu corpo e minha alma.

Vamos começar pelo começo. Meu nome é Bruna Pereira e tenho uma doença crônica chamada Dermatite Atópica (DA) desde os meus 03 meses de vida. Para quem não conhece, a DA é uma doença de pele autoimune que deixa a pele bem sensível, seca e a pior parte, com muita coceira. A coceira é a pior parte porque de tanto coçar a gente acaba ferindo a pele. Essas coceiras são mais comuns nas dobras das pernas e braços, mas podem ocorrer no corpo inteiro. Quando nasci, no final dos anos 80, aqui em Natal- RN, a DA não era uma doença comum. Pequena me lembro de ter que viajar a Recife para me consultar com um médico que conhecesse melhor a doença. Quando criança tinha DA nas partes mais comuns, atrás dos joelhos e na dobras dos braços, era uma coisa que incomodava muito, mas não me impedia de fazer nada. O tratamento até então era hidratação, cuidados para que eu não tivesse contato com alergênicos e quando a situação ficava mais feia, pomadas com corticoide.


Na infância meus médicos me disseram que teria boas chances de que a doença não passasse para a adolescência e com cerca de 13 anos de idade tive a minha primeira crise. Uma crise significa que a DA se espalhou por todo o meu corpo e rosto (que até então nunca tinha sido afetado), meu corpo inteiro coçava e despelava. Essa crise durou cerca de 1 ano, quando os corticoides não fizeram mais efeito a minha médica recomendou que eu tomasse um remédio chamado Talidomida. É uma droga usada para tratar lepra, alguns casos de câncer e lúpus, que não pode ser tomada durante a gravidez já que o feto pode ser afetado e nascer com deficiência nas pernas e braços. Graças a Deus melhorei, apesar de nos anos seguintes ter continuado com a DA em algumas partes do meu corpo, sai da crise.

Dos meus 15 aos 22-23 anos a DA continuava na minha vida, aparecendo de vez em quando para me dizer : Ei, menina, tem alguma coisa errada por aqui, esse corpinho que Deus te deu está te mandando uma mensagem bem clara, sua saúde não está bem, se cuida! E eu não ouvi. Continuei com os tratamentos convencionais e na esperança de que chegasse aquele dia em que um médico viesse me dizer que tinham achado a cura, aquela pílula mágica que iria mudar a minha vida e eu não teria mais que me preocupar em esconder minhas feridas e manchas.

Essa cura não chegou, o que chegou quando eu estava com mais ou menos uns 23 anos foi outra crise. E dessa vez foi bem pior. Quando eu tinha ficado doente pela primeira vez ainda acreditava piamente que um remédio era a minha única opção, passados 23 anos de uma vida com dermatite comecei a desconfiar que talvez o remédio que tanto esperava não fosse a solução do meu problema. Dessa vez me recusei a ir em médicos, estava desiludida com a medicina, já sabia o que ia ouvir e já sabia com qual receita iria sair do consultório. Nos primeiros anos eu realmente não sabia o que fazer, se não tinha mais o médico para ir, para onde iria agora? Foram anos de muita busca pessoal, tentei muitos tratamentos alternativos que me ajudaram muito com questões pessoais e emocionais, mas o meu corpo continuava doente.

No começo de 2014, veio como um estalo, meio que do nada. Me lembro do dia como se fosse hoje. Eu pensei, bom, acho que posso tentar melhorar a minha alimentação e ver se pelo menos consigo amenizar os sintomas. Depois desse dia minha vida mudou completamente, não de uma hora para outra, mas aos poucos. Cada dia mais fui aprendendo sobre como a nossa relação com a alimentação transforma não somente a nossa saúde, mas a saúde do nosso planeta. Minha visão de mundo se transformou completamente.

Até então a minha relação com a comida era baseada em dois fatores: É gostosa? Engorda? Queria poder dizer que quando estava de dieta (aquelas dietas loucas de baixa calorias que até pouquíssimo tempo atrás era comuns ser indicadas inclusive por muitos nutricionistas) fazia por querer ter mais saúde, mas estaria mentindo. Como uma boa parte das mulheres na nossa sociedade o que queria mesmo era estar magra. Passei a maior parte da minha vida sem gostar do meu corpo, sempre me achando gorda e me sentindo mal por não conseguir o peso que desejava. E isso desde de muito nova, com 11 ou 12 anos, quando era magricela (só percebi isso depois de olhar minha fotos anos depois) e mesmo assim já me achava gorda. Quando olho para trás fico surpresa de não ter desenvolvido nenhum distúrbio alimentar, graças a Deus sempre gostei muito de comer, então anorexia não dava para mim. Tentei forçar o vômito umas duas vezes, mas tinha uma voz mais forte dentro de mim que me dizia que esse não era caminho.
Passei a minha vida flutuando de peso, tinha uma péssima alimentação e nenhum consciência disso. Os corticoides também não ajudavam me deixando inchada de vez em quando. Consequentemente, por causa dessa péssima alimentação, tinha uma péssima digestão. Estava sempre me sentindo inchada e com prisão de ventre. O pior de tudo é que já estava tão acostumada a me sentir assim que esse era o meu normal. Quando em 2014 procurei pela primeira vez uma nutricionista e pouco tempo depois comecei a me sentir melhor, não da pele, mas do inchaço e da constipação, minha vida ficou bem melhor. Eu sei que falar de evacuação não é dos assuntos mais bonitos, mas só quem sabe o que é ter prisão de ventre entende a gratidão que senti por ir ao banheiro todos os dias. Eu realmente não achava que isso era possível. Tive prisão de ventre praticamente a minha vida inteira e resolver esse probleminha comendo foi maravilhoso.

Já estava fazendo a dieta há 4 meses e mesmo assim não via melhora na minha pele, a digestão tinha melhorado horrores e mesmo assim não via resultados na DA. Comecei a ficar desestimulada e sem esperança, resolvi então voltar ao médico. Fui me consultar com uma alergologista e procurar novas opções de tratamento. O tratamento que ela me recomendou foi corticoide por cerca de 2 meses para ver se eu saia da crise e depois que estivesse menos ruim, iria começar um tratamento com um imunossupressor. Iria tomar esse remédio por cerca de 1 ano, fazendo exames de 15 em dias 15 dias para monitorar qualquer efeito colateral. Obviamente não estava feliz em ter que tomar esse remédio tão forte, porém mais uma vez me via sem opção. Tomei o corticoide, sendo que já estava tão mal e já tinha tomado tanto que dessa vez quase não fez efeito, e pior, quando o remédio acabou fiquei ainda pior do que estava antes de ter começado a tomar.

Coincidência ou não, quando estava prestes a começar o tratamento com o imunossupressor minha prima me marcou em uma foto no Instagram. A foto era de uma menina com cerca de 10 anos de idade que tinha DA e tinha melhorado só com alimentação. A alimentação dessa menina era totalmente de alimentos crus, hoje sei que é chamada de Alimentação Viva ou crudívera, mas na época não sabia o nome. Fui pesquisar sobre esse tipo de alimentação e falei sobre o caso dessa menina a minha médica que me disse que minha DA não tinha relação com minha alimentação e que eu já estava muito velha (nessa época estava com 27 anos) para que um tratamento como esse funcionasse comigo.

Como já disse antes, por ter passado uma vida tomando remédios que não me ajudaram, sou suspeita com tratamentos alopáticos. Nessa época eu já começava a entender um pouco mais sobre a minha doença. Apesar de não ter achado muita informação em sites brasileiros, comecei a achar muita coisa sobre doenças crônicas e autoimunes em sites americanos. Em todo esse tempo não parei de pesquisar, assisti todos os documentário possíveis sobre alimentação, passei horas e horas assistindo aulas, palestras e entrevistas no Youtube sobre a relação entre alimentação e vários tipos de doenças. Em sua maioria de médicos, mas também de naturopatas, nutricionistas e até de pacientes que tinham se recuperado das mais diversas doenças através da alimentação. Apesar de ter achado pouca coisa sobre DA diretamente, começava a entender que apesar de nenhum médico nunca ter me dito que a causa da minha doença pudesse ter relação com a minha alimentação, ela tinha sim.

O que sempre me disseram foi que a DA é uma doença de origem autoimune e de fundo emocional. Acabei descobrindo que grande parte do nosso sistema imunológico se encontra exatamente no nosso intestino. Que interessante, pensei! Depois descobri que para o nosso sistema imunológico funcionar direito a gente precisa ter uma flora intestinal saudável, ou seja, a gente precisa de bactérias boas no nosso intestino para fazer uma boa digestão. E nós queremos uma boa digestão. Cada célula do nosso corpo vai ser formada pelo o que comemos, toda a saúde (ou doença) do nosso corpo vai vir do nosso intestino. Nós não somos o que comemos, e sim o que digerimos.

Tudo isso para dizer que quando vi a foto daquela menina que tinha se recuperado da sua DA apenas com alimentação decidi que não iria tomar o imunossupressor e mais uma vez tentaria melhorar minha alimentação. Porque nesses meses que se passaram eu sai da dieta, apesar de ter continuado melhorando muito minha alimentação em relação ao que comia. Então tentei a Alimentação Viva, por duas semanas só comi comida crua, mas não consegui passar disso. Depois disso passei mais 3 meses numa dieta vegana (sem nada de origem animal). Continuei sem ver nenhuma melhora. Apesar de não ter melhorado são duas filosofias alimentares que a cada dia tento incorporar mais na minha vida. Hoje eu realmente acredito que se tivesse passado mais tempo nessas dietas eu teria visto melhora, o nosso corpo precisa de tempo para se recuperar de tantos anos de abuso e acredito que não dei o tempo necessário que o meu precisava. Ainda mais porque, como vocês podem ver pelas fotos, minha dermatite estava em um estágio bem avançado.

O que eu decidi foi que iria tentar melhorar minha alimentação o máximo possível, sem colocar tanta pressão em mim mesma para ter uma dieta perfeita, já que essa pressão que eu mesma coloquei não estava me ajudando. Foi uma fase que comecei a ficar um pouco neurótica com comida e acabou deixando de ser uma solução para se tornar mais uma fonte de estresse.

Nessa mesma época, já fazia quatro anos que eu estava bem doente. Vou colocar algumas fotos ao longo dessa postagem de como fiquei ao longo desses anos. Tiveram tanto fases melhores como piores do que o que aparece nas fotos, e assim vocês podem presumir que não foram anos fáceis. Foi difícil pra caralho mesmo (desculpa o palavreado, mas certas coisas na vida só podem ser descritas com um palavrão), com certeza a fase mais difícil da minha vida. Não só pela dor física, de ter dias que eu simplesmente não aguentava tomar um simples banho por que doía demais, mas a dor emocional de me sentir estagnada na minha vida. Eu não tinha mais vontade de sair de casa ou de fazer quase nada na verdade. Eu tinha vergonha de sair, de as pessoas me verem daquele jeito, me achava nojenta, porque não só estava ferido ou despelando, mas algumas das feridas estavam sempre abertas e saindo um liquido horroroso. Eu me sentia horrível.  Foram anos de noites mal dormidas com insônia e me coçando sem parar. A minha vida se resumia em encontrar uma forma de melhorar.

Até que mais ou menos no meio do ano passado eu estava conversando com meu namorado (sim, existe esse ser humano maravilhoso que me aguentou por todos esses anos de muito choro e mal humor, sem nunca reclamar, estamos juntos há quase 9 anos) e ele estava fazendo algum plano e eu disse: não, só vou pensar nisso quando eu melhorar. Ele olhou para mim e disse: Amor, e se você nunca melhorar? Você vai continuar assim? Não vai mais viver? Quando eu me lembro desse dia, até hoje tenho vontade de chorar e as vezes choro, como agora escrevendo para vocês (deixando claro que eu não tenho exatamente muita dificuldade para chorar), porque me toquei o quanto eu estava sendo egoísta. Eu tinha essa pessoa maravilhosa ao meu lado e estava impedindo não a só minha vida de seguir em frente, mas a dele também. Apesar de todas as dificuldades, ele ainda queria uma vida comigo. Nesse dia, prometi a mim mesma que iria sair da minha zona de conforto e mesmo que a minha maior vontade fosse ficar deitada sentindo pena de mim mesma, iria me levantar e tentar sair.

A partir daí voltei a sair de casa aos poucos, mesmo que fosse só para levar a minha cachorrinha para passear ou para ir a um almoço de família. Durante esse tempo tive que aprender a cozinhar para poder me alimentar melhor e acabei amando cozinhar (até então o meu repertório na cozinha era torrada, ovo e brigadeiro), foi realmente uma terapia maravilhosa. Foi  aí que resolvi fazer um curso de cozinha, o que também me forçou ainda mais a sair de casa. E com o tempo, sem nem perceber eu dei uma boa melhorada. Ainda tinha a DA no corpo inteiro, mas as feridas fecharam mais e o que ficou mais predominante foram as descamações.

Alguns meses depois, a mesma prima que veio me mostrar a foto da menina no Instagram, veio falar comigo. Uma das suas pacientes (minha prima é fisioterapeuta) tem Esclerose Múltipla e estava fazendo um tratamento com altas doses de Vitamina D e estava melhorando muito. Até então eu não sabia, como a DA a Esclerose Múltipla também é uma doença autoimune e o tratamento com a Vitamina D ajuda a regular o nosso sistema imunológico, que devido a estresse crônico, uso excessivo de antibióticos e má alimentação fica desregulado, causando diversas doenças. Comecei a pesquisar sobre esse tratamento, que é experimental, assisti a uma entrevista com o Dr. Cícero Galli Coimbra (médico que criou esse protocolo, vou colocar o link da entrevista lá embaixo) no Youtube de quase duas horas onde ele explica esse protocolo, além de dezenas de depoimentos de pacientes que melhoram de diversas doenças com esse tratamento.

Em novembro de 2015 marquei minha consulta com Dr. André Monteiro aqui em Natal, a consulta durou quase duas horas e ele me explicou tudo sobre o tratamento e sobre a dieta que deve ser feita. Uma consulta maravilhosa, como poucas que eu já fui na minha vida, um médico realmente atencioso, que fez questão de me escutar, uma pessoa maravilhosa. Saí da consulta realmente esperançosa, tanto pela nossa conversa como por tudo que pesquisei para decidir fazer esse tratamento. Comecei a tomar a Vitamina D e em duas semanas já comecei a ver melhora. Nos primeiros meses melhorei muito e muito rápido, foi maravilhoso começar a ter minha vida de volta, voltar a ter pele, voltar a tomar banhos relaxados, noites bem dormidas e as coceiras diminuíram radicalmente. Até pensar com mais clareza, já que passar o dia sentindo uma coceira louca pelo corpo não ajuda muito a pensar com calma. Hoje já se passaram quase 10 meses que estou fazendo essa tratamento, não estou 100% sem DA, porém como podem ver pelas fotos a melhora é gritante.

Eu contei tudo isso porque no começo desse ano entrei em um grupo de DA no Facebook, e até então tinha ouvido vários médicos dizerem que meu caso era extremante raro, que era muito difícil uma pessoa ficar tão ruim quanto eu fiquei, pessoalmente realmente nunca conheci ninguém. E quando entrei nesse grupo comecei a ver casos e mais casos que de pessoas que ficaram tão ruim ou ainda bem pior do que eu já fiquei. Hoje esse grupo tem mais de 8.000 pessoas, entre pessoas que tem DA ou pais com filhos com DA. E todos os dias entro nesse grupo e converso com máximo de pessoas possível, conto a minha história com o intuito de dar esperança. Porque eu sei o desespero que é você não ter controle sobre o seu próprio corpo, eu sei como é não ter saúde ao ponto de achar que existe alguma coisa tão errada com o seu corpo que ele talvez não volte mais a ter saúde e espero que compartilhando a minha história possa ajudar alguém que esteja passando por essa fase difícil.

Não estou aqui dizendo para ninguém que faça esse ou aquele tratamento. Como vocês podem perceber pelo meu relato não tive uma história linear que está me trazendo de volta a saúde. Foram altos e baixos, erros e acertos. Foi preciso coragem para enfrentar muitos medos, foi além de tudo uma trajetória de aceitação, de me amar, de me aceitar como eu sou e acreditar mais em mim. Eu era pessoa extremamente ansiosa, negativa, fechada, não me amava e me criticava constantemente. Não vou dizer que era uma pessoa triste, mas com certeza não era uma pessoa que dava a vida e as pessoas que estão ao meu lado o valor que elas merecem. Pode parecer estranho para algumas pessoas eu falar isso, ainda mais se você estiver no meio de uma crise nesse momento, mas eu não trocaria esses anos de merda por nada na minha vida. Me ajudou a ser a pessoa que sou hoje e graças a Deus eu amo a pessoa que eu sou, longe de perfeita, mas com certeza bem mais feliz e grata.

Para você que está agora passando por uma crise de DA, independente do tratamento que escolher fazer, cuide da sua alimentação. Ela vai ser a base para que todo o seu organismo comece a se curar. E isso é outra coisa muito importante, escolha um tratamento que ajude a curar seu corpo como um todo e não um que trate somente sintomas, como fazem os antialérgicos, corticoides e antibióticos. Não que você não vá usar nenhum desses remédios, se é isso que você quer, mas faça consciente que são opções paliativas, que vão estar ajudando naquele momento, mas não vão estar tratando a origem.

Cuide do seu coração, da sua ansiedade, porque tudo isso vai contribuir para sua melhora. E tome as rédeas da sua saúde, a sua recuperação é sua responsabilidade e não do seu médico. Você tem que se perceber e começar a prestar atenção no que está fazendo lhe fazendo mal, seja um alimento, um tipo de tecido ou até mesmo uma emoção guardada. Eu amo meditar, cozinhar, fazer yoga e passear com a minha cachorra, são atividades que me lembram todos os dias que preciso cuidar de mim. Descubra o que te faz fez feliz, o que te acalma.

E finalmente, eu gostaria só de agradecer. Agradecer ao meu amor, por ter sido o melhor companheiro que eu poderia ter tido nessa jornada. Agradecer a criatura mais feliz que eu conheço e que me faz rir todos dias, minha beagle Maya. Agradecer a minha mãe, ao meu pai, aos meus irmãos, a minha família e amigos, por me deixarem saber que vocês estavam aqui comigo. A minha prima Camila por sempre se lembrar de mim e ter, sem mal saber, me motivado a ter tomado as escolhas que tomei (também por ter me ajudado a corrigir meu texto).  Pelas pessoas que eu mal conheço, mas que chegavam para me falar que estavam rezando por mim. Obrigada Dr. André e a sua mulher Elaine. A Brenda e sua mãe, Monique, por terem sido tão fofas comigo. Obrigada a todas as pessoas que nem me conhecem, mas que compartilharam suas informações na internet e me ajudaram a ter conhecimento que tenho hoje sobre a minha saúde.

Mais fotos do meu antes e depois:







Aqui vou colocar alguns links que acho interessante para qualquer pessoa que esteja interessado em entender mais sobre a sua própria saúde, como também alguns links sobre o tratamento com altas doses de Vitamina D:

Entrevista com Dr. Cícero Galli Coimbra: https://www.youtube.com/watch?v=2vdJbowhTxY

Eu adoro o canal da Bela Gil no Youtube, em especial essa entrevista que ela fez com a Sonia Hirsch, jornalista que escreve sobre alimentação há muitos anos:

PARTE 1:https://www.youtube.com/watch?v=lAKUHB9WNgA
PARTE 2: https://www.youtube.com/watch?v=EFhvocPgs5o

No Youtube também tem o canal da nutricionista Djulye, vou colocar o video em que fala sobre o Kefir, que é um probiótico maravilhoso, mas no canal tem vários outros videos super interessantes: https://www.youtube.com/watch?v=njawpaZ3cO0

Três documentários sobre alimentação maravilhoso e que estão disponíveis no Netflix:

FOOD MATTERS
FORKS OVER KNIVES
COOKED

5 comentários:

  1. Bru! Não sabia da sua história desse jeito, só por cima, nem nunca tinha visto fotos nem nada. Admiro muito sua coragem em escrever tudo isso, imagino como a catarse é difícil e reconfortante ao mesmo tempo. Mudar a alimentação também mudou minha vida, tem mudado, e tenho me esforçado a fazer cada dia melhor. Ainda tenho dificuldades com isso. Ainda bem que tem gente como você, Brenda, Bela, e tantas outras, acreditando que comida faz a gente ser melhor, e o mundo ser melhor também. Foi inspirador. Muito obrigada.

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    1. Ow Bia, obrigada!!! Que bom que vc tá percebendo melhora com a alimentação. Fico super feliz. E sobre a dificuldade é pq é díficil mesmo hehehe, mas aos poucos a gente vai mudando e quando menos percebe já melhorou bastante. Muito obrigada pelas palavras!!! Beijao!

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  2. Olá! Primeiramente, quero te agradecer por esse post. Me encheu de esperanças para cuidar da dermatite do meu filho. Me identifiquem demais com todo o inicio das manifestações da dermatite atópica. Ele esta com quase 4 anos e são 4 anos q venho lutando pra vencer esse obstáculo sem alcançar êxito. Todo cuidado q tenho aparentemente, parece conter, mas passam- se alguns dias e tudo volta a ser como antes. Meu filho ainda nao sofre com isso, nao sente coceira, nao causa feridas, mas me preocupo justamente, quando ele estiver mais velho, quando o emocional interferir nessa doença. Gostaria de saber como procurar um médico que siga o protocolo do Dr. Cícero. Qual especialidade? Quais outras dicas vc poderia me dar pra tratar ele desde já?
    Te agradeço desde já! Espero que vc melhore cada vez mais.
    Muito obrigada mais uma vez por ter me mostrado uma luz!
    Um beijo

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  3. Bruuunaaa aqui é o Andrey oliveira seu amigo aqui de Belém...
    Poxa manda uma mensagem pro celular da minha mãe fui assaltado hj perdi seu contato :( 91 989070222
    Manda msg lá e fala q vc é minha amiga por favor.. n posso perde contato cm vc amiga.
    Bjao

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  4. Obrigado por compartilhar suas informações na internet e me ajudar a ter conhecimento para melhorar a minha saúde. Hoje estou tendo um dia difícil com a D.A., estou em crise, tive que ir respirando fundo para conseguir me concentrar para ler. tenho um caso parecido com o seu. abraços.

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